Joris Ivens – The camera and I, 1974: 138.

“Um documentário militante tem que alcançar mais além. Depois de informar e mexer com o público, ele tem que agitar – mobilizá-lo para se tornar ativo em relação aos problemas mostrados no filme. Eu continuo a fazer documentários, porque eu sei que existe uma unidade entre aquilo em que eu acredito e aquilo que eu faço. (…) O documentarista tem um senso de participação direta nos assuntos mais fundamentais – um senso que é difícil sentir, até mesmo para o mais consciente dos realizadores, trabalhando em estúdio”.

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